sábado, 28 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Mais uma placa sem moral


Tentando entender os motivos:
1 - Ela estava de costas para a placa, portanto não tinha como saber o que estava escrito.
2 - Mesmo que olhasse para a placa, a pichação dificultaria a leitura da mensagem.
3 - Ainda que conseguisse decifrar a advertência, seria cansativo subir e descer dois lances de escada.
4 - Se tivesse disposição para utilizar a passarela, correria o risco de ser assaltada.
5 - Ela tinha pressa e o trânsito estava tranquilo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O país do basquetebol

Embora o trânsito no prolongamento da Av. João Paulo II já seja bastante intenso, os seus moradores ainda dispõem de uma excelente quadra gigante para a prática de esportes, especialmente à noite.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Um dia sem ondas no Maraú

Sabe, eu nunca imaginei que existissem ondas surfáveis em água doce, além da pororoca. Pois é, desde o mês passado tenho experimentado o Maraú, em Mosqueiro. Não é um pico regular e as ondas são pequenas, mas a diversão é garantida (e se as ondas fossem grandes, eu teria medo). Para surfar de verdade, você precisa estar lá no dia certo, na época mais propícia. Entretanto, isso não chega a ser uma grande desvantagem, já que a maioria das praias brasileiras apresenta o mesmo problema. O curioso é que a gente sempre vai no dia errado. A frase mais comum de se ouvir dos surfistas locais, em qualquer praia, é: "Rapaz, você devia ter vindo ontem..." Para mim, os principais pontos positivos são a proximidade de Belém e o corpo livre de sal ao sair da água. No cômputo geral, vale a pena.
Hoje era o dia do alinhamento astral. Lua nova. Maré cheia de manhã. Condições perfeitas para uma sessãozinha de surfe medicinal: desenferrujar as articulações e desobstruir as vias respiratórias e, quem sabe, reduzir um pouco a circunferência abdominal.
Só se esqueceram de combinar com o mar...
A natureza é caprichosa.
O jeito foi caminhar e fotografar.

Essa árvore à direita foi melhor artifício que encontrei para esconder as torres de telefonia espalhadas na linha do horizonte
Não poderia faltar uma placa nessa sessão de fotos

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O sapateiro Osvaldo


Sempre que parava no sinal da Pedro Álvares Cabral com a Passagem São Benedito, próximo à ponte do Barreiro, eu ficava intrigado com a diversidade de serviços anunciados na fachada desse humilde estabelecimento. Estaria eu diante do "homem renascentista" do Barreiro? Sapateiro, cabeleireiro, técnico em eletrônica, e ainda, salvador de alcoólatras?
Finalmente hoje resolvi visitá-lo.
Encontrei o sapateiro Osvaldo, um senhor simpático, com seus sessenta e poucos anos, entretido na recuperação de dezenas de sandálias. Esclareci que não tenho problemas com a "mardita", mas que fiquei curioso com a sua estratégia de marketing inusitada. Entre um calçado e outro, foi-me contando um pouco de sua história, naquele ambiente incensado pelo cheiro agressivo de cola.
Há vinte anos parou de beber, após cerca de duas décadas e meia entregue ao vício. Desde então, evita o primeiro gole "só por hoje" todos os dias. Paradoxalmente, foi após essa importante decisão que seu casamento desandou. Atualmente, além de participar das reuniões dos Alcoólicos Anônimos nos altos do Terminal Rodoviário, também se dedica a arregimentar novos membros para o grupo. Segundo sua informação, muitas pessoas o procuram, movidas pela mesma curiosidade que me intrigava até então.

- E o senhor também corta cabelo e conserta TV e som?
- Não, não... o barbeiro não trabalha mais aqui. Tenho até de tirar esses anúncios. O rapaz que mexe com eletrônica... Deveria estar aí. Mas, sabe como é, né? Ele gosta de tomar umas... não quer ir comigo às reuniões do A.A.... estamos no meio do carnaval... Deve estar de ressaca. Tá vendo? A bebida acaba com a vida do cidadão!


Não é um "homem renascentista", mas é uma grande figura.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Chacina na Marambaia

Não se enganem! Até o homem mais manso tem seu dia de serial killer. (assistiram a "Um dia de fúria"?)
Após suportar, sem reagir, sucessivos ataques à sua integridade física, este blogueiro - homem de fino trato, apreciador das artes, defensor dos animais - num arroubo revoltado, movido pelo desejo de vingança, dedicou quase uma hora de sua vida à caçada implacável de todos aqueles que sempre sugaram impunemente seu sangue. Despertaram seu lado obscuro - sádico e cruel - historicamente reprimido em prol da boa convivência em sociedade.
Confesso que torturei e que violei cadáveres. Que sensação indescritível experimentei ao arrancar patas e asas de uma criaturinha dessas ainda viva!
Com o coração cheio de ódio, tal qual os "macacos" que deram cabo de Lampião e seu bando, deixo seus corpos expostos em minha "praça pública particular" (a mesa da sala) e divulgo suas fotos para o mundo, para que sirva de exemplo a todos aqueles que ousarem desafiar o Belenâmbulo, o genocida da Marambaia.
Carapanãs, tremei! Descobri o prazer de matar... Penso, inclusive, em adquirir uma arma com maior poder de destruição: a raquete elétrica!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Casa da luz vermelha

Várias pessoas - imigrantes como eu - já me confessaram ter tido uma impressão equivocada a respeito desse tipo de estabelecimento comercial, em seus primeiros dias no Pará. Pensaram que o produto oferecido era outro.

Linhas cruzadas

Parece que a privatização da telefonia foi boa, não? Eu me lembro de meus pais cadastrando os CPF's de todos os filhos numa fila - ou era sorteio? - para receber uma linha telefônica, que custava uma nota. O investimento era recuperado rapidamente, alugando-se as linhas excedentes. Telefone alugado... acho que nunca mais verei isso.
(Escrevi esse texto mas nem sei se esses fios emaranhados da foto são de telefone mesmo, ou se são de energia... Ah... faz pouca diferença!)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O barquinho popopô

Tenho mania de sentir saudades antecipadas de lugares e de pessoas. Cheiros, sons e sabores têm o poder de evocar imagens perdidas em minha memória.
Não sei se meu destino é fincar raízes por aqui. Porém, se eu for embora, já sei de uma cena que sempre me provocará uma alegre nostalgia.

O som da brisa e das águas. O cheiro da baía. As ilhas embaçadas sobre a linha do horizonte. E o "popopô" do barquinho, que vem de longe, e se aproxima, e depois se dissipa novamente.
Pronto... está reconstituída a imagem em meu retroprojetor intraocular. Nem precisa de foto!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Espaldeira elétrica

Plantio em espaldeira: É o sistema utilizado para o cultivo de espécies trepadeiras, como, por exemplo, o maracujá.
(http://www.jardineiro.net/br/geral/dicionario.php)Encontrei essa bonita demonstração da persistência da natureza, na esquina entre a Antônio Barreto e a Dom Romualdo de Seixas. Gostei do efeito paisagístico espontâneo. É uma pena que eu não tenha conseguido um enquadramento que escapasse dos prédios em construção ao fundo.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

É muita testosterona!

Na PA-391, próximo a Santa Bárbara do Pará...
E ainda querem me convencer de que frango não leva hormônio...

"Eu preciso é de algo que 'baixe' minha energia, que é muita!"
(era a resposta de um ex-chefe, sempre que lhe ofereciam algum chá para "elevar" a auto-estima)

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Nossos santos populares

Às vésperas do dia de finados de 2008, com este blog ainda se iniciando, tive a ideia de postar algo sobre os dois santos populares mais cultuados em Belém: Severa Romana e Dr. Camilo Salgado, aos quais se atribuem vários milagres. É um assunto que desperta minha curiosidade desde que cheguei por aqui, e eu teria a oportunidade de testemunhar a devoção dos fiéis e, de quebra, "divulgá-la para o mundo" (quanta pretensão!).
Plano elaborado: no dia 02 de novembro, eu entraria pela primeira vez no Cemitério de Santa Izabel e fotografaria a movimentação em torno dos túmulos de nossos santos. Muito simples.
O problema... bem... o problema é que naquele dia tive uma crise de preguicite aguda... "Eu posso fotografar os túmulos em qualquer dia, não?" (quando a gente não quer, qualquer desculpa serve).
No dia seguinte, com a consciência pesada por ter deixado passar um evento que só se repetiria um ano depois, arrumei um tempinho no horário de almoço para ir ao cemitério e fotografar pelo menos os jazigos adornados com as ofertas e ex-votos dos pagadores de promessas.
Lá chegando, totalmente desorientado naquele ambiente desconhecido, resolvi perguntar aos guardas municipais de plantão na guarita de entrada:

- Por favor, onde está a Severa Romana? (o Dr. Camilo eu já sabia que se encontrava ao lado esquerdo da rua de entrada)
- Senhor, nós não sabemos... só estamos aqui cobrindo a folga dos colegas. Pergunte lá na secretaria. Se essa Dona Severa trabalha aqui, eles certamente o levarão até ela.

É... ali não deixa de ser o "local de trabalho" dela...
Já viram, não é?... Tive de encarar sozinho aquele labirinto deserto de alamedas estreitas, espremidas entre amontoados de jazigos, cruzes, fotos, imagens e flores, até finalmente encontrar a bendita Severa Romana.

O piso em volta do túmulo de Severa Romana é todo coberto por placas de agradecimento.

É tanta coisa que deixam por lá (velas, flores, placas...) que fica até difícil encontrar a melhor posição para fotografar. Fico imaginando como teria sido no dia de finados mesmo. Talvez eu não conseguisse chegar tão perto.

Ele também deve ter estudado (sem tirar o mérito da santa).

Para encontrar Dr. Camilo Salgado foi mais fácil.


Essas fotos ficaram guardadas até agora porque eu pretendia escrever uma postagem contando um pouco da história dos dois. Novamente bateu a preguiça... Querem saber? O que eu colocaria aqui não é muito diferente do que vocês encontrarão no google. Ah... não tenho vocação para CTRL+C CTRL+V. Se quiserem saber mais, vão lá, tá?
E por que resolvi publicá-las só agora? Simples: hoje não saí para fotografar. Como ontem não atualizei o blog, tive de revirar meus arquivos a fim de encontrar algo para não deixar meus cinco visitantes fiéis sem novidades.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Piso molhado

Sinceramente, eu não quero que este seja apenas um blog de placas engraçadinhas. Mas tá difícil!
Olha só o aviso importantíssimo que eu encontrei hoje, chegando em meu local de trabalho, debaixo daquele toró que caiu à tarde.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Ainda bem que não estamos em guerra

Você tem medo de bonecos grandes? Eu tenho... Alguns parecem humanos demais. Muitos parecem zumbis. Outros me fazem lembrar o Chuck. Em todos os casos, fico sempre receoso com a possibilidade de eles piscarem ou fazerem algum movimento sutil, mas suficiente para me arrepiar.
Tenho essa sensação toda vez que passo pela entrada da 5ª Companhia de Guardas do Exército, na Pedro Álvares Cabral, entre Júlio César e Tavares Bastos, e vejo aquele espantalho imóvel ali, eternamente em posição de sentido.
Hoje resolvi encarar essa fobia, e parei para fotografar o dito cujo.
Todavia, enquanto procurava o melhor enquadramento para captar o ângulo mais fotogênico de tão expressivo manequim, fui abordado pelo sentinela (o de carne e osso), o qual me informou que eu teria de pedir autorização para o comandante da guarda antes de prosseguir com minhas intenções.

- Bom dia, comandante! Posso fotografar aquele boneco?
- Como não estamos em período de combate, o senhor está autorizado. Caso contrário, isso não seria possível.


Nossa, como eu me senti seguro! Já pensou se eu fosse um terrorista? E se os venezuelanos resolvem nos atacar? Não temerei! Estamos bem protegidos!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Eu queria mudar o foco hoje... mas não deu!

Estive pensando durante o fim de semana: "Não dá para ficar mostrando só placas e mazelas... Há tanta beleza por aí!"
Pois bem. Comecei a semana decidido a garimpar imagens mais alto astral para o blog. Viver só reclamando não faz bem...
No entanto, belenambulando hoje à tarde, passei por essa pérola, no Conjunto Costa e Silva. Impossível não voltar e fotografar, concordam?
O que eu acho mais engraçado não é nem a desmoralização do aviso. Isso já é comum, como se pode ver aqui. Fico impressionado mesmo é com a preocupação em deixar tudo bem explicadinho. Existem avisos que são quase-dissertações (o que não tem se mostrado eficaz).

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Pouso de emergência

Atendendo à sugestão da Virótica em outra postagem nossa, constatamos que os usuários do Aeroporto Júlio César (campo de aviação) dispõem de uma "área de escape" bem ao lado da pista de pouso.
Se alguém já utilizou o serviço, deixe aqui sua opinião.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Placa cancelada

Só pode ser esse o significado do xis vermelho na placa, caso contrário nossos motoristas habilitados pelo Detran não teriam estacionado seus carros ali. Seria muito desrespeito!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Sobrevoo em tarde chuvosa (fotos exclusivas!)

Como bem observou o Yúdice Andrade, no Flanar, a avaliação de Belém pelos inspetores da Fifa pode ter sido prejudicada pelo tempo nublado e pela chuva intermitente de hoje à tarde. Mesmo assim, o comitê "Belém Copa 2014" acredita que nossa querida cidade será escolhida como uma das sub-sedes da competição.
O Belenâmbulo conseguiu fotos exclusivas do que foi apresentado à comitiva.


(galhofa feita em cima de imagens do Google Earth)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Um dia eu aprendo

Um dia eu aprendo a cometer as pequenas transgressões que "todo mundo faz" sem peso na consciência.
Enquanto meus entraves morais me impedem de fazer o retorno citado na postagem de ontem, vou procurando algo para me distrair durante os minutos que passo diariamente no entroncamento.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Se não é proibido... permitido está!

Para fugir do retorno caótico no Entroncamento, motoristas encontraram o seu atalho no semáforo em frente ao Cidade Folia.


Procurei, mas não encontrei uma placa de "retorno proibido". A única placa no local é destinada aos ciclistas. Muito didática, por sinal.

Essa questão a respeito de proibições já foi abordada em outra postagem.

Vergonha para meus pais

A cada retorno de férias, uma impressão se torna mais clara para mim, tomando ares de constatação: "gosto mais de curtir do que de trabalhar".
Definitivamente, não é o que meus pais planejaram para mim.

Daqui a pouco retomo as postagens.