quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Os donos da rua II

Mais um bonito exemplo de adoção do patrimônio público pela população.
Manhã de sábado na Gentil Bittencourt, quase canto com a Generalíssimo. Três betoneiras formaram fila para abastecer a uma obra de construção civil. Estacionaram bem na frente do ponto de ônibus dos quitinetes do Sr. José Aliverti, sacramentando a fila dupla de coletivos que geralmente se forma naquele local.

6 comentários:

Jeferson Assis disse...

Já vi esta obra.
Sempre quando vou na Alameda Aliverti, vejo e passo por esse transtorno. Já tive que deixar de
passar pela calçada e passar no meio da avenida, em meio os carros que trafegam por lá.
Olha, não sei se tu já viu, mas ao longo da Avenida Nazaré e Governador José Malcher, há aqueles imensos lixeiros (uns usados na construção civil) no meio da rua.
Abraços.
Curto o teu blog.

Belenâmbulo disse...

Jeferson,
Eles são os donos da rua... nós é que temos de nos adaptar...
Esses imensos lixeiros já fazem parte de nossa paisagem. Não deveriam ficar no meio da rua, porém são bem menos piores do que o entulho amontoado nas calçadas.
Eu passo de vez em quando no seu blog, e o que mais me impressiona é a quantidade de comentários.

Abraço

Anônimo disse...

E quando os explorados operários desses barões fazem qualquer manifestação, lá está a polícia para defender os patrões, com balas de borracha e spray de pimenta. Lá está a imprensa também para chamar os operários de vândalos e defender os poderosos senhores das imobiliárias, que povoam os jornais com publicidade milionária. Como não querer que sejam donos das ruas?

Belenâmbulo disse...

Prezado Anônimo,
Infelizmente hoje eles estão por cima.
Mas o dia deles vai chegar, eu espero...

Abraço

Claudia disse...

No nosso setor: Tavares Bastos. Em frente à praça 'do Exército' tem um Beiradão ad-eternum à venda; próximo à Yamada (no ponto de ônibus), à noite, vira estacionamento de caminhões.

Se eu for uma boa menina...

Belenâmbulo disse...

Eita, Cláudia,
Você também mora na Marambaia? Poxa, se puder contribua com o Projeto Memória da Marambaîa. Veja o que já foi postado clicando aí ao lado, nos Grandes Temas da Humanidade.

Pois é... logo, logo, aquele Beiradão vai receber o olhão da Celpa e o relógio da Cosanpa... afinal, imóvel ele já é!
Ainda tem a cegonha da Fênix, que frequentemente estaciona quase em frente ao último ponto de ônibus antes da Almirante Barroso, congestionando geral o trânsito já complicado daquele local.

Abraço