domingo, 20 de setembro de 2009

Oh... mente poluída!

Alguém, por favor, diga que viu a mesma coisa que eu, nesse monumento... Preciso disso para aliviar minha culpa por ter uma mente tão poluída! Não posso ser o único pervertido nesse mundo!

Na Praça Maranhão, bairro do Comércio


Como pude ser tão injusto com nossos colonizadores, sempre tão preocupados com o bem-estar dos nativos? É claro que uma cena como a que eu imaginei nunca teve lugar em nossa história.

9 comentários:

Antonio disse...

ahahaha! Muito bom!

Anônimo disse...

Rapá, se for pensar no assunto, o índio está na posição errada: de quatro é correto. Os padres na época enrabavam os índios de todo jeito...

Lafayette disse...

Por vez era ao contrário, anônimo... por vezes! ;-)

Yúdice Andrade disse...

Se formos refletir, absolutamente indecente foi a política oficial de extermínio cultural dos indígenas, que a Igreja conduziu em todo o Novo Mundo, por séculos. A submissão sexual propriamente dita foi só um dos aspectos dessa indecência.

Prof. Alan disse...

Wagner, eu já havia passado por essa estátua inúmeras vezes, e jamais tinha pensado nisso!

Ou, vai ver, eu estava sempre vendo as coisas por outro ângulo...

Afinal de contas, a história é escrita apenas por um ponto de vista - o dos vencedores, por mais errado que esteja...

Anônimo disse...

Rapaz... sempre vejo essa estátua mas nunca tinha prestado atenção da maneira como a vejo agora, rsrsrs, essa mão ficou como quem diz; " calma,calma," hahahahahahaha

Pacheco disse...

Será o início de uma suruba no mato?

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Anônimo disse...

Mente poluída tinha o escultor, mas ele traduziu claramente as relações evangelizadoras.

Belenâmbulo disse...

Bom, pessoal, pelo que vi, acho que sou meio pervertido mesmo... Vocês passavam por lá, mas nunca haviam pensado no que pensei?

Fico contente por essa postagem meio despretensiosa ter suscitado comentários de alto nível, ainda que breves e sutis.
Já pensou, Anônimo das 23:10, se o escultor havia imaginado mesmo esse significado oculto durante a confecção dessa obra? Genial!

Abraços