Não estava...
A situação começou a ficar séria. O despertar consome uma boa quantidade de água. E com a pontualidade britânica de meu intestino, então...
Procurei na internet alguma informação sobre a interrupção no abastecimento. Em vão.
Liguei para o tradicional 08007071195 da Cosanpa, mas "todas as atendentes estavam ocupadas"... Não sei por que ainda insisto. Nunca esse zero oitocentos me resolveu nada. Pelo menos, consolou-me saber que "a minha ligação era muito importante para eles". Imagine se não fosse!
Minha derradeira esperança então se concentrou naquela torneira-salvadora-a-meio-metro-do-chão. Girei o registro vagarosamente, num misto de fé e receio. Um longo suspiro... um longo suspense... água!!! Água???
Vejam a foto e tirem suas conclusões.

4 comentários:
Meu conselho: apare água da chuva. É infinitamente mais limpa e, por enquanto, tem em abundância.
A dica faz parte do meu futuro livro sobre sobrevivência na selva. Na sela urbana de Belém do Pará.
Prezado Yúdice,
Vai ser o jeito mesmo.
Ah... pela relevância do tema abordado, seu livro certamente será um best-seller.
Abraço
Não se preocupe. Você não está só. Aqui no Médici I está do mesmo jeito. Mantive contato com o setor de distribuição da COSANPA (COMPANHIA DE SACANEAMENTO DO PARÁ) e um diretor engenheiro me sugeriu que isso ocorre porque a vazão foi aumentada, o que não dá tempo para a decantação adequada. Fora a tubulação enferrujada, é claro.
Nossa... que alívio!
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