Cratera é uma depressão existente no solo da terra ou de qualquer outro corpo celeste.
Pode ser provocada pelo impacto de um meteorito ou asteróide com a superfície dum planeta, satélites ou outros asteroides, sendo denominada, neste caso, de Astroblema ou cratera de impacto. Difere das crateras de origem vulcânicas que são formadas por materiais e forças oriundas das camadas geológicas do interior da terra.
Os astroblemas podem ser vistos facilmente em astros como a Lua, onde na pouca erosão podem ser conservados.


Na Terra, a erosão fez com que a maior parte dos astroblemas desaparecessem. Poucos são ainda visíveis. O exemplo notável é a Cratera Barringer, em Flagstaff, no Arizona, EUA, resultante da colisão de um bólito.

Outros exemplos notáveis, e bem visíveis, pululam em todos os bairros de Belém do Pará, mas ainda não despertaram o interesse científico, nem de astrônomos, nem de geólogos, embora já tenham sido catalogados por motoristas - especialmente os de ônibus e os de táxi. Algumas crateras são tão antigas que podem, inclusive, ser batizadas e tombadas como patrimônio natural.




11 comentários:
Wagner, deduzo que os novos Belenenses já nascem com a astronomia bem presente em suas vidas.
Trilegal!
Abs.
:):):):):):):):)
Vou linkar lá pro Golden.
*fianz
Pois é, prezado Scylla,
Tem gente poupando fortunas para ir à Lua... E nós temos um tesouro bem na porta de casa, e não o valorizamos devidamente. Mas eu tenho fé. Em breve, a "Rota das Crateras de Belém" será incorporada aos grandes destinos turísticos mundiais e intergalácticos.
Prezado Lafayette,
Agradeço pela repercussão.
Abraços
Turismo geoastronômico na Mangueirosa?
Boa idéia!
Abs
Nossa, muita beleza.
Que pena
Muuuuuuuuuuito bom!!!!
Vou reproduzir isso!!!
Ahahahah
Nossas crateras vem com bônus especial. Quem desejar se "amesendar" nelas, já contará com uma certa estrutura. Copos e a mesa já estão incluídos.
Ótimo post!
Meus fiéis visitantes,
Agradeço a audiência e os elogios. Ajudam-me a manter vivos a inspiração e o entusiasmo nos períodos em que a "vida real" (minha única patrocinadora) me exige dedicação quase exclusiva.
Abraços
Wagner, na esquina da Bernal do Couto com a D. Romualdo Coelho tinha uma cratera de modelar tamanho. Era o tempo da gestão do "Papudinho" Hélio Gueiros.
Tentaram tapar o buraco três vezes. Nas três o remendo foi feito com cimento vagabundo, e cedeu novamente.
Depois do terceiro remendo malfeito, um morador da área colocou um cavalete em cima do buraco, enfeitado com bandeirinhas (era a época da quadra junina), e pintou em vermelhas letras garrafais:
FIZERAM MERDA PELA TERCEIRA VEZ!
Uma semana depois o buraco estava remendado. Dessa vez em definitivo...
Faltou dizer onde elas ficam, pra gente não cair.
Prezado Alan,
Bela solução! Se a moda pega, os tais cavaletes poderão ser produzidos em escala industrial, que o mercado é certo.
Mas cadê as fotos, quando a gente precisa???
Prezado Frederico, a sugestão já foi acatada.
Abraços
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